sábado, 29 de abril de 2017

GLEIDI & GEICI

                De Alvorada D’Oeste - Prontas para Fama

Segunda feira passada (24), o colega jornalista Etiene me ligou, sugerindo entrevista com as jovens cantoras de Alvorada D’Oeste Glediane e Gessilaine conhecidas como as Princesas do Sertanejo. Terça feira à tarde, recebi na redação, a visita da jornalista Fabiana assessora de imprensa, e é claro a dupla Gleidi & Geici.
Nos dias de hoje, quem domina a cena musical brasileira são as mulheres. Talvez por isso, a produção do Programa a Hora do Faro resolveu apostar no talento das jovens alvoradenses e as levaram para se apresentar no quadro “Pronto pra Fama”. “Foi tudo surpresa, somos fãs das duplas Chitãozinho & Xororó e Bruno & Marrone e naquele dia tivemos a oportunidade de estar no palco junto com nossos ídolos”. “Nosso primeiro cachê foi R$ 50, pago pela dona de uma lanchonete. Aquele dinheiro foi muito importante porque passamos a ajudar no sustento da nossa família”.
A partir daquela apresentação na Hora do Faro tudo começou a mudar. Hoje as meninas contam com uma equipe de profissionais com assessoria de imprensa, maestro, diretor musical, enfim. Gleidi & Geici pediram apenas que o lançamento da carreira profissional acontecesse em Rondônia. Isso está acontecendo, elas estão em Porto Velho com a equipe de produção, trabalhando a divulgação de suas músicas. Breve o show de lançamento vai acontecer.
Antes disso conheçam a história de Gleidi & Geici as Pincesas do Sertanejo.

ENTREVISTA


Zk – Vocês são de onde e quando começaram a carreira de cantora?
Gleidi e Geici - Somos de Alvorada D’Oeste. Gleidi: Sempre tive essa coisa de cantar, aí eu queria um instrumento e minha mãe me deu, o tempo foi passando e comecei a tocar na escola e depois a Geici passou a cantar comigo. Tenho 19 anos e a Geici 15 anos. Estudamos na escola Joaquim Xavier de Oliveira.

Zk – Como surgiu o convite para vocês se apresentarem “Na Hora do Faro”?
Gleidi e Geici – É uma pergunta que a gente não sabe responder direito, porque não sabemos como chegamos lá. A gente fala que foi por Deus. Ninguém sabe explicar como a produção do programa conseguiu alguma coisa a nossa respeito, inclusive, perguntamos da produção e ninguém nos disse nada.
Fabiana Assessora – Ninguém da família ou próxima, mandou carta. Elas foram surpreendidas, foram pegas pela produção da Record que chegou perguntando: “Vocês que são as Princesinhas do Sertanejo?” e elas confirmaram que sim.
Gleidi e Geici – Aí foi muito engraçado, eles ligaram dizendo que tinha um teste lá em São Paulo que era pra gente ir. Sem pensar a gente foi.

Zk – Quem colocou o nome “Princesinhas do Sertanejo”
Gleidi e Geici – Foi o locutor da rádio do município de Urupá que fica pertinho de Alvorada. Quando a gente ia se apresentar no programa ele achava nosso nome muito difícil de pronunciar e então sempre dizia: “Vem pra cá Princesinhas. Chitãozinho & Xororó mudou para Princesas.

Zk – Além das apresentações nas festas do colégio vocês se apresentavam na noite de Alvorada?
Gleidi e Geici – No começo só cantávamos pros amigos, depois andamos nos apresentando em alguns outros ambientes, porém aconteceu uma coisa muito grave, nosso pai adoeceu (Gleidi se emociona bastante).

Zk – Bom! Vocês ainda não lançaram nenhum CD, mas, fazem sucesso nas redes sociais. Qual é a música que está fazendo sucesso e quem compôs?
Gleidi e Geici – “Que me Ama Nada” uma composição de Geici. Foi uma paixãozinha meia boca. Me apaixonei na escola por um garoto e certo dia fiquei sabendo que ele havia saído com outra e quando eu estava voltando de um show, comecei a cantar o refrão “Que me ama nada” e toda hora ficava cantando esse refrão e meu pai já estava agoniado porque nesse dia vinha com ele em cima da moto e não parava de cantar “Que me ama nada...”.

Zk – Continuando a história do programa do Rodrigo Faro?
Gleidi e Geici – Somos super fãs das duplas Chitãozinho & Xororó e Bruno & Marrone e quando chegamos ao local do teste Villa Country, a casa sertaneja mais importante do Brasil. Participamos do quadro “Pronto Pra Fama” e isso marcou demais as nossas vidas e quem estava lá para nos assistir, era justamente nossos ídolos Chitãozinho & Xororó e Bruno & Marrone.

Zk – Depois disso vocês já participaram de algum show?
Gleidi e Geici – Ainda não! Estamos mesmo no trabalho de divulgação das nossas músicas. Por falar nisso, solicitamos aos nossos produtores que queríamos começar por Rondônia e fomos atendidas. Graças a Deus nossas músicas estão sendo muito bem aceitas pelo público do nosso estado, as rádios estão tocando bastante.

Zk – E essa produção toda que está acompanhando as Princesas na divulgação das músicas, quem é o responsável?
Fabiana Assessora – Na verdade, a produção do Rodrigo Faro colocou uma equipe de profissionais para ajudar ou orientar a carreira delas, então veio o maestro Rodrigo Costa que foi líder da parte musical do Daniel por dez anos, fez Rio Negro & Solimões, Milionário & José Rico e arranjos pro Luan Santana. Eu Fabiana na assessoria de imprensa e o Dodô na produção musical, a realidade delas para a música profissional era muito longe, porque talentos elas tem e muito, mas, precisaria fazer toda a preparação. O programa do Faro foi ao ar no dia 29 de janeiro e no dia 7 de fevereiro elas desembarcaram em São Paulo e já foram pro ensaio fotográfico, foram pro estúdio. Hoje elas tem aulas com o Lucas que faz performance de show pra justamente mostrar pra elas essa movimentação, enfim, é toda uma equipe de produção preparando-as para o grande lançamento.

Zk – Fala mais sobre essa história?
Fabiana Assessora – É uma família muito simples que mora na zona rural a 43 quilômetros de Alvorada D’Oeste. Elas levavam três horas para ir pra escola e mais três pra voltar a Gleidi diretamente, estava sempre com o pai no campo, as demais irmãs ficavam com a mãe e foi quando o pai teve uma doença grave e não pode mais trabalhar. Passou a faltar praticamente tudo dentro de casa. Aí tem um detalhe muito curioso.

Zk – Que detalhe curioso é esse?
Fabiana Assessora – A avó dela (Gleidi) conta que ela não chorou quando nasceu já nasceu cantando. No momento que começou a faltar tudo em casa ela chamou a irmã Geici e foram em busca de um contrato para se apresentar como dupla sertaneja. Aí ela conta o que aconteceu...
Gleidi e Geici – A gente precisando de dinheiro para ajudar no sustento da nossa família, fomos até uma lanchonete e falei pra moça: Se a senhora pagar R$ 50 a gente se apresenta aqui pro seus fregueses, ela aceitou.
Fabiana Assessora – Elas estão morando na minha casa em São Paulo e convivendo com elas a gente descobre coisas muito legais, além da falta de dinheiro, a falta de glamour elas sentem muita saudade da infância no campo. Em São Paulo a vida é muito agitada e para elas é tudo muito estranho. Basta lembrar que as músicas delas foram feitas na porteira do sítio, as duas juntas já têm mais de 30 músicas compostas.


Zk – Em breve vamos ter contato com o EP. Tem data para o lançamento?
Fabiana Assessora – O EP já está gravado, tem cinco músicas. Nesse período que elas ficaram em São Paulo aproximadamente 90 dias, participaram de aulas de performance, assistiram grandes shows e a pedido de Chitãozinho & Xororó levamos a duas ao show deles onde se apresentam também Bruno & Marrone. Quatro das cinco músicas do EP são de autoria delas. Essa criança de 19 anos (Gleidi) é uma pentelha, fala, fala e fala e a outra também, a gente tem que ir pra Rondônia. Primeiro temos que fazer Rondônia depois a gente faz o estado de vocês. Resultado, a produção decidiu, atendendo ao pedido delas que o trabalho vai iniciar por Rondônia. Só que decidimos por uma nova música de trabalho que chama “Não tem mais” de autoria do amigo delas Rodriguinho Belloti.

Zk – Para encerrar. Existe a possibilidade do lançamento nacional delas como profissionais ser no programa do Rodrigo Faro?
Fabiana Assessora – Sim, tudo que está acontecendo, é graças à produção do Rodrigo Faro, eles estão acompanhando todo esse trabalho. Só não sei informar ainda a data. Agora quanto ao grande show fora do estúdio da TV estamos trabalhando para que aconteça aqui em Rondônia. Esta semana o maestro Costa vem pra cá promover um filtro dos profissionais de música daqui, pra formar a Banda que vai acompanhar elas no Norte.

Zk – Encerrando?
Gleidi e Geici – Fazemos questão da sua presença no nosso show de lançamento que vai acontecer aqui em Rondônia.

LENHA NA FOGUEIRA - 29.04.17

Hoje tem evento pra tudo quanto é gosto. Começa com a Oficina da Téo e só termina na madrugada de domingo na Talismã 21 com o show do Péricles e do Sorriso Maroto.


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Só não entendi até agora o nome do espetáculo: “Samba Porto Velho”. Acontece, que, pelo menos, no material de divulgação não consta nenhum grupo de pagode ou de sambista de Porto Velho. Quero saber aonde o samba de Porto Velho entra no show do Péricles e do Sorriso Maroto.


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Por falar em esquenta, os amantes do samba e pagode podem começar a se preparar para o show da Talismã, participando a partir das 19 horas da Roda de Samba do Beto Cezar que vai acontecer no Calçadão Manelão em frente ao Mercado Cultural.


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Aliás o Beto Cezar com a Produção Amauri e BC vai realizar show, com o Sambista do Momento Toninho Gerais no próximo dia 7 de maio na casa de espetáculos Zé Beer.


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A novidade é que o show do Toninho Gerais vai acontecer durante a tarde de domingo dia 7. Beto Cezar está divulgando que a programação começa ao meio dia. Informações 99910-8309 ou 99923-4450. Esse sim vai ser um showzão!


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Prosseguindo com a agenda cultural deste sábado. As 20 horas no Teatro 1 do Sesc Esplanada tem o show “Sons de Beira” com Bira Lourenço e Catau.


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Texto produzido pela Jornalista Mara Paraguassu - Sindicatos perdem protagonismo - Como há inocentes no mundo virtual e fora dele. Achar que as principais organizações sindicais convocam o trabalhador às ruas para fazer a defesa de seus direitos é como acreditar em mula sem cabeça.
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Sindicatos, da mesma forma que os partidos políticos, estão desgastados. Em muitos deles aposto ser fundamental e necessária uma LAVA-JATO. Aqui mesmo, pertinho de nós.
Depois de passar o dia inteiro lendo aqui e ali sobre a reforma - a lei comecei a ler agora - cheguei à conclusão que este dia 28 de abril entra para a história como o dia em que o sindicalismo brasileiro, do jeito que cavou a sua história, começa a ruir.
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Bradam e bradam contra um conjunto de medidas que oxigena a legislação do trabalho simplesmente porque perderam o PROTAGONISMO das negociações trabalhistas com esta reforma. O trabalhador que desejar dispensar o acordo coletivo e fazer um acordo individual com seu patrão terá ampla liberdade para isso. Sindicato aqui não dará pitaco.
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Começa a ruir porque simplesmente vão para as ruas, mobilizando crentes, descrentes, desocupados, gente iludida, gente decente, gente apartidária, partidária e tal sem poder dizer em alto e bom som que TUNGARAM O 13 SALARIO DO TRABALHADOR E O FGTS.
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ACABARAM COM AS HORAS EXTRAS E DIREITOS GARANTIDOS NA CONSTITUIÇÃO!.
Porque simplesmente isso não aconteceu!
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Claro que flexibilização e mudanças em cem pontos da CLT, entre nós desde MAIO DE 1943, acabam afetando para o bem e para o mal o conjunto de trabalhadores. A lei irá me esclarecer melhor. Todos nós sabemos que não há ganhos para todos em qualquer mudança que seja.
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Por hora, o que li é suficiente para dizer que a lei regulamenta situações que já existem nas relações trabalhistas, favorecendo o Estado, empresas, a previdência e trabalhadores.
Moderniza um conjunto de normas antigas e, ao tornar opcional a contribuição sindical, liberta o trabalhador da tirania de entidades sindicais claramente comprometidas tão somente com projetos de poder. E de dirigentes sindicais corruptos, que manipulam associados a seu bel-prazer.
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Enquanto me preparo par ir ao Mercado Cultural curtir o show do Beto Cezar com o Walcir do Cavaco.


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Luciana, fico na expectativa da tua resposta sobre o artigo da Mara Paraguassu! Vai ter?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Lenha na Fogueira - 28.04.17

Porto Velho é assim, quando não é oito, é oitenta. Exemplo: Nesta sexta feira, salvo a Fina Flor do Samba e os shows que acontecem pelos bares no estilo “um banquinho e um violão”, não temos nada para curtir.
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To falando de eventos culturais. Forró tem os montes pelos quatro cantos da cidade, mas, aquela programação cultural mesmo tá difícil.
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To falando desta sexta feira dia 28 de abril de 2017 último dia para se entregar a Declaração do Imposto de Renda.
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Volto a lembrar que a única atração cultural na noite de hoje será o show “Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba” no Mercado Cultural a partir das 20 horas.
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Ao contrário de hoje, amanhã sábado, a cidade estara repleta de programação de tudo quanto é estilo. Tem o show do Péricles e do Sorriso Maroto na Talismã 21. Quem gosta de samba e pagode é uma ótima pedida.
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Amanhã também vamos curtir o show “Sons de Beira” com Bira Lourenço e Cacatau, na abertura da programação do Sesc Amazônia das Artes no Teatro 1 do Sesc Esplanada e tem mais, a entrada é franca.
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A única movimentação que deve reunir muita gente nesta sexta feira 28, é a tal de Greve Geral que está sendo convocada por tudo quanto é Sindicato, menos os Patronais. Com certeza, o trânsito hoje vai ser aquele sufoco. ainda mais que parece, a greve do transporte coletivo ainda não acabou.
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Politicamente falando, a grande programação contará com a audiência pública que vai acontecer a partir das 13 horas de hoje na Câmara de Vereadores de Porto Velho, sobre a duplicação da BR 364. Quem vai comandar os debates é o senador Acir Gurgacz (PDT). Com certeza, apesar da audiência ser sobre a BR 364, a manutenção do Trecho do Meio da BR 319 que liga Manaus ao resto do país, será apresentada por alguma palestrante. Quem se interessa pelo progresso do nosso estado, deve prestigiar essa audiência pública.
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Lembrei de uma ótima programação cultural/turistica que vai começar nesta sexta feira dia 28. Trata-se da abertura da Exposição das fotos que participaram do concurso promovido pela SETUR “Rondônia é Mais” que começa no Porto Velho Shopping.
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Segundo a assessora de comunicação da Setur Taciana Guzman, pelo menos 26 fotos que se destacaram no concurso Rondônia é Mais, promovido pela Superintendência Estadual de Turismo – Setur, farão parte da exposição itinerante que será aberta nesta sexta feira (28) na Galeria de Artes do Porto Velho Shopping, no 2º piso.
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O acervo é composto por fotos que apresentam Rondônia nos mais variados segmentos do turismo, com destaque às três imagens campeãs do concurso que teve mais de 900 inscrições.
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A foto “Pesca esportiva na região de Jacy Paraná”, distrito de Porto Velho, de autoria de Pedro Agostinho da Trindade, foi a vencedora do certame e mostra o principal chamariz turístico do estado, que é a pesca esportiva.
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O material que traz o olhar dos participantes identificando uma gama significativa de opções encontradas em Rondônia foi produzido por fotógrafos profissionais e amadores em atrativos turísticos de 17 municípios rondonienses. A exposição segue até o dia o dia 12 de maio, das 10h às 22h.
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Comecei a coluna dizendo que as opções culturais desta sexta feira, são bem poucas. Porém, a assessoria do Sesc me ligou quando já estava finalizando meu trabalho e solicitou que fizesse uma ERRATA sobre a encenação da peça LETE.
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O espetáculo teatral vai ser encenado na noite de hoje sexta feira dia 28, no Teatro 1 do Sesc Esplanada. Isso quer dizer, que, graças a uma tremenda mancada de nossa parte, a programação cultural desta sexta feira foi salva pela LETE!

Festa no lançamento do Projeto Pixinguinha

Artistas como Cartola e João Nogueira se apresentaram no antigo Projeto

O novo projeto Pixinguinha foi lançado na noite de quarta-feira (26), no Teatro Dulcina. A casa de espetáculos, uma das mais tradicionais do Rio de Janeiro, estava lotada, na expectativa pela retomada de uma das mais importantes iniciativas já realizadas pela Fundação Nacional de Artes (Funarte). O presidente da instituição, Stepan Nercessian, falou sobre a alegria de reviver o Projeto Pixinguinha. "Hoje vamos apresentar uma pequena mostra do que a gente quer que aconteça, artistas consagrados e novos talentos levando qualidade musical pelo Brasil", frisou.
Logo na abertura do evento, surgiu no telão a foto de Pixinguinha e todos bateram palmas. O músico, que completou 120 anos de nascimento no último domingo (23), foi homenageado com um vídeo especial produzido pela Funarte, no qual artistas e produtores falam sobre a importância de sua obra.
Em seguida, os bailarinos Karen Mesquita e Cícero Gomes – do corpo de primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – realizaram uma coreografia especial, ao som de Carinhoso, a mais famosa melodia da música popular brasileira, criada por Pixinguinha entre 1916 e 1917.
A cantora e atriz Zezé Motta, mestre de cerimônias do evento, interpretou um texto em homenagem ao mestre Pixinguinha, contando histórias da vida do artista. Ela também comentou a importância da retomada do projeto. "Do fundo do coração, tenho certeza que estamos todos muito emocionados com a volta deste projeto, que revelou tantos talentos", ressaltou a cantora e atriz, que também participou do projeto, encerrando a temporada de 1978 justamente no palco do Teatro Dulcina, ao lado do músico Johnny Alf.
O jovem grupo baiano Sertanília apresentou um pequeno show, seguido da apresentação principal da noite: Moraes Moreira e o grupo A Cor do Som rememoraram o encontro histórico que tiveram no palco em 1978 pelo projeto Pixinguinha. Moraes Moreira falou do entusiasmo com a retomada das caravanas de shows pelo Brasil. "Isso é muito importante, levar a música para o interior", afirmou.

Projeto Pixinguinha: música de qualidade pelo Brasil

O projeto Pixinguinha foi lançado em 1977, mesmo ano de fundação da Funarte, inspirado na série de shows Seis e Meia, que desde 1976 lotava o Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro, com espetáculos às 18h30 e ingressos a preços populares. Por meio da iniciativa, diversas cidades brasileiras puderam assistir a espetáculos de grandes artistas da música popular, como os veteranos Cartola, Jackson do Pandeiro e Marlene, os então iniciantes Marina Lima, Djavan e Zizi Possi e ainda Edu Lobo, João Bosco, Nara Leão, Paulinho da Viola, Alceu Valença e muitos outros.
O projeto está sendo lançado em 2017 em novo formato, com 60 espetáculos musicais, realizados em 60 cidades das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, entre os meses de maio e novembro. Serão selecionadas 15 duplas de artistas, formadas por um artista consagrado e um mais novo, associado à região onde os espetáculos serão realizados. Cada dupla ficará responsável pela apresentação de quatro espetáculos musicais, percorrendo quatro cidades de uma determinada região.
Fonte- Alessandra de Paula Assessoria de Comunicação Ministério da Cultura

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Lenha na Fogueira - 27.04.17


Hoje é dia de “Santo Mé”! Não é São Tomé, aquele que só crer no que vê! É Santo Mé de “cachaça”.
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Não to aqui fazendo comercial do bar. Apenas trata-se da casa noturna que está fazendo o maior sucesso nas noites de quinta feira, graças ao shows que tem como principal, atração o cantor SILVINHO e seu parceiro Branco Moraes.
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Tudo começou na quinta feira do jogo da Seleção Brasileira X Paraguai pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.
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Atendendo sugestão do produtor Mercelo o dono da casa, convidou o cantor Silvinho para fazer “Violão e Voz” após o jogo. A intenção é fazer com que o público que fosse assistir a partida de de futebol permanecesse no ambiente por mais algumas horas.
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O negócio foi tão bom, que Silvinho voltou na outra quinta feira e a casa lotou. E assim se trasformou na melhor pedida cultural das noites de quinta feira da cidade de Porto Velho.
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Quinta feira passada, a frequência foi tanta, que mesmo com todas as mesas ocupadas o público que chegou mais tarde, fez questão de permanecer no ambiente, só para curtir o repertório do Silvinho e do Branco.
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Nas redes sociais os comentários são os mais positivos possíveis, elogiando o repertório diversificado e porque Silvinho toca sem parar sequer pra molhar a garganta, durante duas horas e haja o bar faturando com a venda de bebidas e tira gostos.
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Hoje tem de novo. A partir das 21 horas Silvinho e Branco voltam ao “Santo Mé” que fica a rua Padre Chiquinho com a Rafael Vaz e Silva, tocando os mais variados ritmos brasileiros e internacional. Vai lá conferir!
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Por falar em música e músico local, meu amigo Beto Ramos o que “Diz a Lenda” postou o seguinte comentário a respeito da coluna de ontem.
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A respeito do texto do Zekatraca...Alguns talentos precisam ser reconhecidos, valorizados e claro, divulgados como as sementes do amanhã. Fico emocionado quando minha netinha de cinco anos ouve a música Terreiros do Laio e fica pensativa como se fosse um presente do tempo. A magia fica no ar. E quando incorpora o Beradeiro da Canela Tuira, a turma toda ouve Bado, Binho, Beto Cezar, Caribé, Ceiça, Zezinho Maranhão, Sílvio Santos, Gilson, Ernesto Melo, Nega, Paulinho Rodrigues, Versalles, Silvinho, músicas da Banda, do Galo, sambas de nossas Escolas de Samba...E tem histórias e estórias do Mado. E se acharem ruim, mando passar à meia-noite na Catedral pra ouvir conselhos do Beleza. Diz a Lenda que esse é o poeta Beto Ramos!
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Vem aí o Baile do Dia das Mães uma promoção da Associação dos Filhos e Amigos de Manicoré. O presidente Dimicio Coutinho está se virando para tornar a festa deste ano melhor que a do ano passado. O Baile vai acontece no Clube do Flamengo no dia 6 de maio com muitas atrações musicais e sorteios de brindes os mais variados. Por falar nisso, ainda ontem o Dimicio e o Evandro visitaram o Rodnei da Sejucel e conseguiram a libertação do estádio Aluízio Ferreira para a realização do jogo entre a Seleção de Master de Manicoré X Os Manicoreenses que residem em Porto Velho.
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Temporada de As Mulheres do Aluá, em Porto Velho - Rondônia, no TAPIRI - Rua Franklin Tavares, 1353, no Bairro Pedrinhas. A partir de 1º de maio. Coloca na agenda amigo leitor!
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O Espetáculo vem impactando por onde passa e causando boas impressões. "Eu vi ontem o espetáculo As Mulheres do Aluá no DVD e gostei muito! Texto maravilhoso, importante, a obra me impactou fortemente, deixou marcas... Parabéns a toda a equipe!" Lorena Pinto Coelho Silva (Petrobras Distribuidora).
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Pega o abano, abana esse fogo morena! Bota o milho pra torrar. É noite de lua cheia morena. Vamos fazer aluá!

Espetáculo Lete - Beradera Cia de Teatro inicia temporada


Nesta sexta-feira (29), às 20h, no Teatro 1 Sesc Esplanada, a Beradera Cia de Teatro realizará a primeira apresentação do espetáculo teatral “Lete”. O espetáculo fará parte do circuito nacional do Palco Giratório e percorrerá 16 estados brasileiros realizando 38 apresentações através do Sesc.
Lete, uma palavra grega que significa rio do esquecimento, que retrata muito bem o enredo do espetáculo que conta histórias reais ligadas ao rio que banha cidades do estado de Rondônia, o Rio Madeira. Lete estreou em maio de 2013 – antes da cheia histórica do rio Madeira, que ultrapassou em dois metros a última marca registrada e afogou comunidades ribeirinhas inteiras – reflete, em um ambiente ficcional, sobre os diversos ciclos migratórios que moldaram a cidade de Porto Velho, culminando com o ciclo das usinas hidrelétricas.
Quatro atores – narradores se revezam durante espetáculos em mais de vinte personagens para retratar dramas como prostituição, marginalização, degradação da natureza, entre outros sofridos ao longo da história do estado de Rondônia. “Lete, estendem-se para além das fronteiras do palco. Em todo caso, o grupo tem assumido os cuidados necessários para trazer legitimidade a esta representação de modo a realizar uma obra que seja importante para este grupo social. Um trabalho ativo de valorização e empoderamento da memória. Para a Beradera Companhia de Teatro, o palco não é apenas o terreno estético da representação. O palco é uma extensão da vida”, fala ........
Beradera Companhia de Teatro

Surgiu em 2013 a partir do processo de criação do espetáculo “Lete”, vencedor do Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2012. Paralelamente ao espetáculo, o diretor do grupo, Rodrigo Vrech, desenvolve um trabalho de formação através da Oficina de Teatro Porto Velho, que iniciou no segundo semestre de 2013 e segue já em seu terceiro período, tendo alcançado mais de cem alunos até o momento. 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Lenha na Fogueira - 26.04.17

Musica de artista local nas rádios de PortoVelho é coisa dificil de se ouvir. São contadas nos dedos as músicas de artista/cantores/compositores de Porto Velho e do estado de Rondônia tocadas em nossas rádios.


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Na edição do Diário Revista do último domingo, o jovem jornalista (estagiário) Jaylson Vasconcelos em entrevista com os integrantes da Banda “Fora do Script”, nos coloca frente a frente com o problema, vivido não só pelo grupo, mas, por todos os artistas locais que tem música gravada.


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Acontece que os programadores de nossas rádios em especial das FMs não colocam nas grades de suas programações, músicas de artista locais, alegando falta de qualidade da gravação.


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Pura balela – Como é que eles tocam músicas com baixíssima qualidade em suas gravações. Gravações que podemos classificar como feita nas coxas, ou seja, em estúdios sem nenhuma qualidade, só porque receberam a gravação via plataforma digital, (e-mail, watts app, etc|).


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Escrevo isso, porque também recebo diariamente, centenas de músicas gravadas sem nenhuma qualidade, mas, que seus produtores sabem do poder da comunicação via plataforma digital e distribuem esses produtos para tudo quando é mídia. É claro que no meio de tanta “baboseira' vem também coisas muito boas.


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Aí quando um cantor local chega com seu trabalho em CD ou outra qualquer plataforma digital, recebe de cara um NÃO. “Não posso tocar sua música porque a gravação não tem qualidade”.


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Hoje em Porto Velho e em Rondônia, existem estúdios dotados de equipamentos da mais alta qualidade, do que existe de mais moderno em se falando em equipamento eletrônico. Não ficamos a dever PN para os estúdios do sudeste brasileiro, ou do centro-oeste.


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Tenho conhecimento de músicos, cantores que gravaram parte de suas músicas nos estúdios de Porto Velho e parte nos estúdios do sudeste e a qualidade é a mesma. Só que nossas rádios não tocam músicas desses cantores.


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Olhem só. O compositor Bado tem um ótimo trabalho musical e esse trabalho você não ouve em nossas rádios. Bado inclusive gravou em Porto Velho, São Paulo e Minas Gerais e nem assim suas músicas entram na programação das rádios locais.


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Zezinho Maranhão do mesmo jeito. Alguma e outra música do Zezinho se ouvia nas rádios de Porto Velho.


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Sílvio José – Silvinho lançou um CD super bem produzido, valorizado no Amazonas e nem assim toca nas rádios de Porto Velho.


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A Banda Nitro fez sucesso fora de Rondônia, mas, nossas rádios pouco deram cartaz para as músicas produzidas pelo Denis e Cia.


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A Banda Versalle nunca mais se ouviu nas rádios de Porto Velho. E por vai. Nossos apresentadores de programas não sabem valorizar a produção local. O negócio deles, é tocar o que dizem pra eles “que está fazendo sucesso no Brasil”.


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Os locutores apresentadores de programas das nossas rádios, não sabem o poder que eles tem para transformar um produto em sucesso. Assim mesmo, dou minha cara a tapa se existe algum que possa dizer, essa música fui eu quem colocou no sucesso.


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Nossos apresentadores de programa de rádio são verdadeiros “maria vai com as outras”. Não são capazes de perceber o valor musical de um Binho, Augusto Silveira, Tom Brito, Gioconda, Elisa Cristina, Ceiça Farias, Kalli, Cobras do Forró e tantos outros talentos de Rondônia.


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É claro que existem as exceções como o menino que apresenta o programa cultural aos sábados na Rádio Cultura FM, e a turma da Transamazônica que tocam músicas dos nossos artistas. Será que estão querendo implantar o sistema “JABA” ou já existe isso em Porto Velho?