sábado, 9 de dezembro de 2017

Rubens Vaz Cavalcante

Binho – músico, cantor, poeta, compositor, universal


Sexta feira passada dia 8, no Mercado Central no intervalo da gravação de um vídeo sobre as festas de final de ano, que será exibido em breve por uma rede de televisão regional, aproveitamos e batemos um papo descontraído com o professor, cantor, compositor, escritor e poeta Rubens Vaz Cavalcante mais conhecido como BINHO. “Era Rubens, passou pra Rubinho e virou Binho espero que não chegue apenas ao NHO”. Porto-velhense criado no bairro Cruzeiro onde vivenciou as apresentações de Bois Bumbás no Terreiro do Januário, Binho diz que não gosta do termo regional para a classificação do seu trabalho musical. “A gente esta aqui, assim como o cara está em São Paulo e não é regionalista”.
A conversa terminou porque a equipe da televisão avisou que a gravação iria começar e então desligamos o gravador e salvamos a conversa que você passa a acompanhar agora.

ENTREVISTA

Zk – Quem é o Binho
Binho – Sou um menino de Porto Velho que quando saiu daqui foi pra estudar e que acompanha os acontecimentos da cidade, tantos os sociais quanto os estruturais. Faço minha parte compondo, fazendo poesia, fazendo música e outras coisas e que vai completar 59 anos de idade no próximo janeiro

Zk – E o Binho?
Binho – Na verdade era Rubens aí ficou Rubinho e depois ficou apenas Binho. Meu medo é que fique só em Nho. Na verdade, o nome de batismo é Rubens Vaz Cavalcante. Minha família veio do Para. Minha mãe é da família Ferreira Vaz e meu pai da família Couto Cavalcante.

Zk – Sobre a infância?
Binho – Minha infância foi no bairro do Cruzeiro, estudei no Murilo Braga no Nossa Senhora das Graças. Jogava bola no campo do cruzeirinho todo fim de tarde (onde até bem pouco tempo funcionava o Hotel Vila Rica), por ali mesmo aprendi a tocar violão, aprendi a cantar; tudo com os amigos. Naquela época não tinha escola de música, não tinha nada, aprendi olhando a mão dos outros. Os amigos que sabiam mais, sem muito paciência, passavam alguns acordes pra gente.

Zk – Como surge o compositor Binho?
Binho – Quando fiz minha primeira música já tinha meus 18 anos de idade. Os festivais aconteciam lá no Flamengo aí resolvi inscrever com os amigos, uma música.

Zk – Quem nasceu primeiro, o poeta ou o músico?
Binho – Acho que primeiro foi o músico, porque quando comecei a escrever eu já tocava algumas coisas bem básicas da música popular, não da MPB, to falando da música popular no geral, dos caras que faziam sucesso Fernando Mendes, José Augusto. Algumas bandas norte-americanas e inglesas. Sempre gostei do inglês. De tanto escutar na casa dos Johnson que era um lugar que eu freqüentava, dava minhas cacetadas. Aprendi tudo de ouvido.  Acho que quem veio primeiro foi o cara que estava tentando aprender a tocar um instrumento   


Zk – O poeta surge para colocar letra nas músicas?
Binho – Não! O poeta surge de uma experiência colegial. Eu tinha alguns amigos que escreviam e me davam os poemas pra passar a limpo, porque eu tinha a letra bonita, aquela coisa da caligrafia. – Dá pro Binho escrever que fica bonito – Aí, de tanto escrever, passei a perceber que já arrumava o texto dos caras, fazia umas modificações umas correções e quando me toquei já estava praticamente refazendo o poema do cara. O que aconteceu? Disse se é para reescrever o poema dos meus amigos, posso até continuar reescrevendo, mas, vou passar a escrever as minhas. Comecei aquela coisa bem empírica, falando das coisas do dia-a-dia, das paixõezinhas, da questão da família, umas temáticas muito pessoal, depois comecei a olhar ao redor e veio essa coisa que alguns chamam de regionalismo, que é um nome que prefiro evitar. Acho que a gente faz tudo em nível universal, a nossa música não serve só pra cá, serve pro mundo inteiro. A gente esta aqui, assim como o cara está em São Paulo e não é regionalista. Tu vai dizer que o Arnaldo Antunes é regionalista, mais ele faz música em São Paulo, então ele faz numa região. Acho que a coisa do tema amazônico que comparece muito nas minhas letras, mas, não como regionalismo.

Zk – Você não é compositor de um ritmo, é de vários estilos?
Binho – Comecei fazendo umas baladas porque tinha muita influencia do rock in rol, depois comecei a descobrir os ritmos brasileiros de um modo geral. Me envolvi com a Bossa Nova, depois com a MPB e continuei com o rock, aliás, escuto rock a vida toda por isso considero uma escola forte na minha composição, embora ela não apareça de modo explícita, ela aparece de forma amenizada nos arranjos, nos vocais, na maneira de cantar.

Zk – E a parceria Binho e Bado?
Binho – Aí foi outra questão interessante, porque também foi num festival, acho que naquele festival da minha primeira música, porque daí o Sesc me chamou e chamou o Bado pra gente realizar uns trabalhos, eles tinha criado o Laboratório Musical Harmonia que tinha o Júlio Yriarte, o Zega, Serginho, o próprio Laio já estava la dentro e nós fomos chamados e então fizemos nosso primeiro show em parceria. A partir daí começamos a fazer música, foi uma época que produzimos bastante. Depois, cada um foi buscando seus caminhos.

Zk – Vocês fizeram muitas musicas em parceria?
Binho – Muitas! Porem estava acontecendo uma coisa que estava deixando a gente meio sem jeito, os caras começaram a achar que a gente era uma dupla caipira, assim “breganejo”, não era nem caipira. “Bado & Binho” e tal, queriam vender essa coisa. Pra gente não rolou, os amigos tiravam sarro. Temos música como Lavadeiras, Com Beira na Beira do Rio Madeira, Mana Manauara uma música que faz sucesso aqui e a moçada de Manaus toca também.

Zk – Tem um negócio que eu admiro em você. É a paixão pela brincadeira de Boi Bumbá?
Binho – O Boi Bumbá é uma coisa de bairro. No meu bairro tinha o terreiro do seu Januário que era um lugar onde dançavam vários Bois e toda vez que tinha apresentação eu ia pra lá. Depois consegui entrar no Boi porque eles iam dançar de casa em casa, paravam e aquela casa dava ali um gorozinho, uma comidinha pra rapaziada e o Boi dançava ali na frente, era realmente uma coisa popular, hoje, acho que encurralou demais, o Boi ficou mais escola de samba. Naquela época a garotada saia correndo atrás do Boi na rua. Na matança era aquela festa, todo mundo ia esconder o Boi, todo mundo queria a língua do Boi, os vaqueiros com aquelas roupas que no olhar dos meninos, parecia uma coisa super elegante, os penachos, que na época eram de penas verdadeiras, nosso conceito ecológico era muito frágil.

Zk – Você hoje é pro - reitor de qual área na UNIR?
Binho – Não sou mais pro reitor, hoje sou apenas professor. Trabalho na área de literatura mais especificamente com o curso de Letras na área da poesia contemporânea e na área da crítica literária que é aonde eu atua melhor, sinto que dar mais resultado, até por essa minha pesquisa constante da poesia brasileira e de outros países, mais essa poesia de agora da década de 1980 pra cá, que é minha meta de estudo e de trabalho.

Zk – Ainda agora, você estava falando sobre as bandas de garagem. Como funcionavam essas bandas?
Binho – Acho que as bandas de garagem aconteceram no Brasil inteiro. Aquelas bandas que a gente montava pra fazer as festinhas com os amigos, pra trazer as namoradinhas, ou as futuras namoradinhas, era um local de paquera, tinha aquele charme e então tirávamos os repertórios das baladinhas The Feveres, Renato e Seus Blues Caps. algumas das bandas internacionais que faziam sucesso. A garagem era ponto de encontro de quase todo dia, porque aconteciam os pseudos ensaios, na verdade a gente só se divertia.

Zk – Você chegou a viver de música. Tocando na noite?
Binho – Barzinho nunca foi o meu forte, primeiro que meu repertório de música popular não era exatamente o que o bar queria. Os bares sempre tiveram essa tendência de optar por uma música de consumo, essa coisa que toca na rádio e o cara vai pro bar escutar o que ele já escutou em casa. Começou a surgir alguns bares como o “Casa da Gente”, que foi o primeiro bar especificamente de MPB que era do Júlio de Carvalho e tinha o sócio dele o Nilsola e ali a gente podia tocar o que queria. Na realidade eu gostava mesmo era de fazer show em palco, esse negócio de atender pedido, daqueles recadinhos no guardanapo eu ficava meio agoniado, porque eu não tocava tudo que pediam;

Zk – Para encerrar. Sobre família?
Binho – Sou casado com a Carla que também é professora universitária, tenho uma filha a Clara Luz. Sou um cara comum, to aí na cidade vivendo o que é possível viver.

Zk – Natal?
Binho – Natal é o momento das famílias se reunirem pra festejar as vitórias do ano, pra renovar os sentimentos, pra se ver, pra comer um bocado, engordar um pouco, encher a cara às vezes pra quem gosta de beber. Natal é um momento que a gente tem que valorizar. É uma coisa que nos interliga com um passado de vida. Geralmente no Natal, você lembra-se dos outros natais.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Festas e comemorações vão até dia de natal em PVH


A concentração para o desfile da caravana de Natal, com a participação do Papai Noel, que a prefeitura de Porto Velho realizará neste domingo (10) em direção à Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, sairá da esquina da rua Marechal Deodoro com a avenida Sete de Setembro e não da Praça Marechal Rondon como vinha sendo equivocadamente anunciado.
A concentração de carros alegóricos terá início às 12h30, na rua Joaquim Nabuco. Já os integrantes da caravana se concentrarão a partir das 15h, na esquina da Marechal Deodoro com Sete de Setembro.
Papai Noel chegará à concentração às 1630, dirigindo-se depois ao complexo histórico e turístico da Madeira-Mamoré com chegada prevista para as 18h. A Prefeitura de Porto Velho está com uma programação especial de duas semanas de festas e comemorações natalinas que vão até o dia do Natal (25).
A abertura, no domingo, será feita por meio da caravana do Papai Noel, acendimento simbólico das luzes da decoração de Natal e apresentação de corais e ballet na Estrada de Ferro. De acordo com a primeira-dama Ieda Chaves, que é uma das coordenadoras da programação oficial, além do Papai Noel, o desfile contará com a participação de crianças, de cinco carros alegóricos e das chearleaders de três atléticas - Demolidora (Medicina/Unir), Aspar (Faculdade Católica) e Metralha (Curso de Direito Ulbra).
A caravana sairá às 17h da rua Marechal Deodoro em direção à Praça Madeira-Mamoré. Esta sera a primeira vez que a Prefeitura realiza um desfile dessa natureza. Após o encerramento da caravana terá a apresentação de cantata natalina, na Madeira-Mamoré, pelo coral Canto Livre, formado por servidores do Ministério Público Estadual (MPE), Vozes do Madeira, que reúne servidores do Tribunal de Justiça, ONG Moradia e Cidadania (Caixa Econômica), Santa Marcelina e da Hidrelétrica de Jirau. Finalizando o evento, haverá apresentação do Ballet Funcultural e da Escola Santa Marcelina.
Na quinta-feira (21), o coral do Tribunal de Contas do Estado, “Cantos de Rondônia”, subirá ao palco para mostrar o seu trabalho. Logo depois entra em cena a banda de música da Polícia Militar do Estado. Na sexta (22), a Orquestra Vila Lobos (Marcelo Yamazaki) fará show especial com músicas de filmes dentro do contexto natalino. Em seguida, sobe ao palco o Ballet Funcultural e o Santa Marcelina.
No sábado (23), a programação prossegue com a apresentação da orquestra “Harmonia Celeste”, da Assembleia de Deus; do Ballet Funcultural; do cantor gospel Márcio Couth e do Ministério Soul. E, para encerrar as comemorações, no dia de Natal (25), a orquestra da Escola Municipal de Música Laio, que funciona na Zona Sul da capital, fará apresentação, juntamente com o Ballet Funcultural.

ILUMINAÇÃO

A decoração natalina já está bastante avançada. O acendimento das luzes começa pela Jatuarana, depois José Amador dos Reis, Sete de Setembro e Carlos Gomes. O trabalho está sendo realizado pelo Gabinete do prefeito, em parceria com a Funcultural e a Emdur, sob a coordenação do presidente da Comissão Permanente de Natal, Wolmer Neto Júnior.
A grande estrela da iluminação, entretanto, será a árvore de natal de 23 metros que está sendo montada na Estrada de Ferro Madeira Mamoré e deve ser concluída no domingo.
PROGRAMAÇÃO

A programação para este domingo é a seguinte: 12h00 – concentração na rua Joaquim Nabuco; 16h30 - chegada do Papai Noel; 17h – início do desfile da Caravana do Papai Noel com queima de fotos na Sete com Marechal Deodoro; 18h – término do desfile da caranava na Madeira-Mamoré; 18h30 – chegada do Papai Noel com demais autoridades ao palco; 19h - início da solenidade de abertura do período natalino; 19h30 – entrega da chave da cidade ao Papai Noel, com acendimento simbólico da iluminação natalina; 19h40 – queima de fogos; 20h10 – início das apresentações das atrações musicais no palco principal; 23h – término da programação. (Fonte: Assessoria)

Lenha na Fogueira - 09.12.17


686.608,00 este é o valor destinado à cultura, leia-se Funcultural, para o ano de 2018 inteirinho. Está no orçamento encaminhado a Câmara de Vereadores, aliás, já está em apreciação pela Comissão de Finanças do Parlamento Mirim.
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Pelo amor de Deus, como é, senhor prefeito Hildon Chaves, que a Funcultural vai fomentar durante o ano todo, as atividades culturais promovidas por diversas entidades e que dependem do apoio da municipalidade?
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686.608, dá pra fazer o que? Apoiar as escolas de samba, os grupos folclóricos que se apresentam durante a quadra junina nos diversos arraiais existentes na cidade, cujos locutores, passam a noite falando desse e daquele político de plantão, inclusive o seu, senhor prefeito.
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O interessante, é que o presidente da Funcultural (coitado) Ocampo Fernandes, não realizou os desfiles das escolas de samba este ano, “Porque a gestão anterior, deixou apenas 800 Mil de orçamento para o ano de 2017, o que é muito pouco”, dizia Ocampo até bem pouco tempo em suas entrevistas.
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Para o ano, assim prometeu várias vezes o titular da Funcultural, “Contaremos com um orçamento digno e então, vamos apoiar os eventos que acontecerão em nossa cidade...”
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E agora José? O pote tá vindo sem fundo, o que será que o senhor vai prometer aos agitadores da cultura em Porto Velho.
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A blogueira Luciana Oliveira postou que o dinheiro destinado a reforma do Mercado Cultural, não chega a 60 MIL. Essa verba não dar nem para trocar o telhado. Os vasos sanitários e os mictórios estão danificados, as torneiras dos lavabos vazam mais que notícia ruim.
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A tal de PPP (Parceria Pública Privada) não funcionou em nenhum setor da prefeitura, pelo menos até agora. Tão falando pelos quatro cantos da cidade, que o alcaide está querendo concorrer com os artistas de rua, aqueles que ficam no sinal se desdobrando pra conseguir o dinheiro do almoço pra pagar o jantar,
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Isso porque o prefeito “pede” demais. O negócio é só realizar algum evento, caso consiga patrocínio da iniciativa privada. Quem mais sofre com esse estilo de administração, é uma cervejaria, que de uns tempos pra cá, está presente em tudo quento é evento realizado pela prefeitura, inclusive da feijoada solidária.


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Vou até pedir a participação dos articulistas políticos Carlão Esperança, Waldir Costa, Sérgio Pires, Robson Oliveira, Gersi Taborda, Aurimar Sá e quem mais se acha colunista político, para me informar, se quando uma autoridade ou entidade pública, realiza um evento beneficente, pode divulgar seu nome, seja em faixa, panfleto, fôlder ou camiseta se isso pode ser considerado propaganda política?
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Agora, a politica cultural no município de Porto Velho, que já estava com o pires na mão! Com todo esse valor de 686. 608 Mil destinados aos investimentos em eventos culturais no ano de 2018, vai ficar com prato, marmita, travessa, baixela e tudo que for possível na mão.
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É muita falta de consideração com aqueles que fazem cultura em nossa cidade. Na realidade, a gente faz porque gosta, a maioria dos que trabalham com cultura, não têm como objetivo ganhar dinheiro. O negócio é feito com amor! Porém, quando o evento tem o porte de um Flor do Maracujá, desfiles de escola de samba, carnaval de blocos, festival de dança de quadrilha, show no Mercado Cultural, a grana tem que ser maior e então, a Funcultural tem a obrigação de apoiar.
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A não ser que o prefeito Hildon, adote o sistema do ex prefeito Roberto Sobrinho quando o orçamento da Fundação Iaripuna era quase nada, O apoio saí pela verba de GABINETE.
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Se for assim, retiro tudo que escrevi acima. 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Lenha na Fogueira - 08.12.17

A cidade de Porto Velho a partir desta sexta feira entra realmente no clima natalino. Com certeza muita gente na noite de hoje, vai até o Palácio Rio Madeira mais conhecido como CPA, apreciar a abertura do Natal de Luz. De acordo com a programação distribuída, o governador Confúcio Moura é quem vai acender as luzes ao apertar a tecla de um controle remoto. !
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Depois de tudo isso, o negócio é correr para o Mercado Cultural, pois, o Ernesto Melo estará comandando mais uma roda com a Fina Flor do Samba. O show começa às 20 horas.
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Ernesto me ligou, comunicando que a grande atração da Fina Flor do Samba na noite de hoje, é o intérprete de samba Orismilde Cabeça também conhecido como Cabeça do Mocambo.
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Na realidade, explica Ernesto Melo, o show do Cabeça estava programado para acontecer sexta feira passada, porém, por motivos particulares, não pode acontecer.
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Resolvido os problemas, Cabeça sobe ao palco da Fina Flor na noite desta sexta feira, para mostrar seu trabalho com um dos melhores interpretes de samba de Porto Velho. O detalhe é que as apresentações no Mercado Cultural são gratuitas. Então, é pegar a namorada, a esposa, o caso, o namorado, o bofe, enfim a família toda e partir para o Mercado Cultural na noite de hoje e curtir mais um show da Fina Flor do Samba.
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Se você não gosta de samba, nem de festa natalina, então vai para abertura da Feira Regional do Artesanato de Rondônia que começa também nesta sexta feira e está montada no pátio da Estrada de Ferro Madeira Mamoré ali pelas redondezas dos galpões.
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É a festa do PAB comandado pela amiga Wéllida Sodré que tem como parceira a Sejucel do Rodnei Paes. Além dos trabalhos dos nossos artesãos, na noite de hoje, você vai curtir a apresentação da Cia de Dança Yaporanga. Vai lá e compra uma lembrança de Porto Velho e envia como presente de Natal para um amigo de outro estado.
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Independente do resultado do confronto futebolístico entre Flamengo X Independiente o meu Vasco da Gama já está na Libertadores, não interessa se é na pré, o fato é que todo mundo diz que o time fulano de tal, está na Libertadores. Agora, se o Flamengo vencer, estaremos na fase de grupos, apenas uma questão de rodadas.
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Por falar em futebol, o rondoniense Elsinho foi campeão no Japão e o legal dessa conquista do jogador que nasceu em Porto Velho e sua família até hoje mora no bairro Igarapé, foi que o menino posou com a bandeira do estado de Rondônia para a foto oficial do título. Este sim é orgulho dos porto-velhenses. Valeu Elsinho. Merece desfilar em carro de Bombeiro quando chegar a nossa capital para curtir férias.
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Voltando as festas natalinas, a Santo Antônio Energia está montando uma árvore de natal na praça de Madeirta Mamoré, que segundo estão anunciando, com aproximadamente 30 metros de altura e mais, a iluminação vai dançar (acender) conforme a música. Justamente domingo dia 10 o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves inaugura a iluminação natalina da cidade.
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Já tava ficando invocado, pois se não fosse a Santo Antônio a luz do nosso natal seria fraca. Deu sorte o Breno e o prefeito. Pois já estavam justificando a “pobreza” da iluminação do Natal, dizendo que deram prioridade a iluminação pública nos bairros. Não senhores, a iluminação natalina também merece atenção!
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Por falar em festa, hoje é o meu aniversário. Completo neste dia 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição apenas 7.1 anos bem vividos. Agradeço a Deus por todo esse tempo perturbando as pessoas, em particular, determinadas “otoridades”. Parabéns pra mim!

Governo abre Natal de Luz no CPA, as seis e meia da tarde de hoje

Com algumas inovações, o governo do estado de Rondônia inaugura na tarde/noite desta sexta feira 08, o “Natal de Luz”, na praça do Palácio Rio Madeira em Porto Velho.
A decoração natalina do CPA já se tornou atração turística, pois, durante o período das festas de fim de ano, o CPA recebe dezenas de famílias que vão à praça, apreciar a iluminação e aproveitam para registrar em fotografias e até vídeos que são distribuídos via redes sociais para o mundo. A novidade do Natal de Luz deste ano, é a árvore de natal suspensa a 30 metros, toda com lâmpadas de Led, além disso, as palmeiras existentes no ambiente também estarão iluminadas, assim como todos os prédios.
A cerimônia irá acontecer nas escadarias do módulo Rio Pacaás Novos em Porto Velho, a partir das 18h30 e contará com uma vasta programação. O show de luzes da decoração natalina será acionada pelo governador Confúcio Moura com apenas um toque em um controle remoto.

Programação

A programação de abertura do Natal de Luz contará com apresentação do coral adulto – Maestrina Sena, Ong Moradia e Cidadania dos Empregados da Caixa, Coral Canto Livre do Ministério Público Estadual de Rondônia e também o Coral Vozes do Madeira do Tribunal de Justiça de Rondônia. Além de apresentação de natal do Ballet Infantil do Colégio Bom Bosco, apresentação de música do grupo OHC – Orquestra Harmonia Celeste. Terá ainda apresentação da peça teatral do Nascimento do Menino Jesus, Presépio Vivente da Vila Nazaré da Associação São Tiago maior.

Em seguida o Papai Noel pousará de helicóptero nas dependências do Palácio Rio Madeira. O evento também contará com um show de fogos de artifícios dando boas-vindas a data em que comemora-se o nascimento de Jesus. (Fonte Redação do Diário e Eleni Caetano. Fotos Esio Mendes - Secom - Governo de Rondônia)

Artesanato regional tem feira na Madeira Mamoré

O governo do Estado de Rondônia em parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro - PAB, através da Superintendência da Juventude da Cultura do Esporte e do Lazer - SEJUCEL abre na noite desta sexta feira 08, no pátio de estacionamento da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, a 1ª Feira Regional do Artesanato de Rondônia.
Wellida Sodré coordenadora do PAB lembra que a Feira será aberta ao público a partir das 14 horas, desta sexta feira. “Apenas a abertura oficial será às 19 horas”.
O presidente da Associação Feira do Sol Antônio Félix da Silva disse que o evento, é uma realização do PAB e que sua entidade, entra apenas como parceira. “Estamos colaborando com a coordenação na organização da Feira e na parte cultural. Por falar nisso, o grupo folclórico Cia Yaporanga foi convidado e aceitou participar da abertura, apresentando um espetáculo de dança de toada de boi”, disse Félix.

Mais de cem artesãos estarão expondo suas obras, de hoje, até domingo dia 10, no pátio da Madeira Mamoré. “No decorrer deste ano, o PAB em parceria com o governo estadual realizou várias feiras nas cidades pólos de Rondônia e durante esses eventos, expediu carteira de Artesão aos profissionais da área. A feira de Porto Velho será o epílogo de todas as realizações, pois, vai apresentar nas tendas armadas na Madeira Mamoré, trabalhos de artesãos de todo o estado”, disse Wellida Sodré.
Autoridades como o Superintendente Rodnei Paes da Sejucel, o presidente da Funcultural Ocampo Fernandes entre outras, confirmaram presença na a abertura, da “Feira Regional do Artesanato de Rondônia” que vai funcionar até domingo das 09 às 22 horas.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Lenha na Fogueira 07.12.17

A festa de Réveillon em Porto Velho está garantida. De acordo com o superintendente da Semdustur Júlio Siqueira, a prefeitura vai realizar uma das melhores festa da virada, para isso, conseguiu junto ao Ministério do Turismo a apresentação do show da cantora Naiara Azevedo.
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De acordo com o comercial de chamada para o show, gravado pela cantora dos 50 Reais, já correndo pelas mídias sociais. Naiara afirma com todas as letras, que seu show conta com o patrocínio do Ministério do Turismo graças a solicitação da deputada federal Mariana Carvalho e apoio da prefeitura municipal de Porto Velho a através da Semdestur.
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Portanto, quem está pagando os R$ 200 Mil de cachê, para a cantora que flagrou o marido num motel e ainda ofereceu 50 Reais para ajudar a pagar a conta da traição, é o Ministério do Turismo e não a prefeitura de Porto Velho como alguns sites publicaram.
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No meio do ano, quando a Federon anunicou que a abertura do Flor do Maracujá seria com o show da cantora Elba Ramalho, procuramos o subsecretário da Semdestur Júlio Siqueira, já que a Elba não aceitou a proposta do Ministério do Turismo. Júlio foi a Brasília e em companhia da deputada Mariana Carvalho foi recebido em audiência pelo Ministro do Turismo Marx Beltrão, que explicou que o MinTur só tinha disponibilidade em recursos, para atender as festas da Virada do Ano.
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Não sei se os senhores se lembram. A Secretária de Esportes Ivonete Gomes chegou a divulgar, que os festivais de praia contariam com shows de cantores famosos e a própria Samdestur estava negociando a vinda do Zé Ramalho para a festa de aniversário de Porto Velho.
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Esses shows só não vieram a ser realizados, porque o governo federal contingenciou verbas do Ministério do Turismo e como “cala boca”, se comprometeu a bancar o show da virada, o que foi anunciado agora pela prefeitura, com a presença da cantora Naiara Azevedo.
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Segundo nossas fontes, a despesa de responsabilidade da prefeitura de Porto Velho será apenas com a logística para a realização do show: Palco, iluminação e banheiros químicos. A contra-partida em relação ao cachê, é de apenas 10%, no caso da Naiara a prefeitura terá que pagar apenas R$ 2Mil. Falei Dois Mil Reais.
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Eu nunca vi tanta preocupação de algumas pessoas, quando se anuncia uma festa que reúne milhares de pessoas sem cobrar uma arruela como ingresso e o que é mais interessante, gera emprego e renda, como é o caso de uma feste de réveillon, onde os vendedores ambulantes faturam muito bem.
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Podem ter certeza que, se eu soubesse, que o cachê da Naiara seria pago pela prefeitura de Porto Velho, daria a maior bronca. Não é o caso do show da Naiara Azevedo.
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Lembrando que os recursos relativos ao contrato da cantora, serão repassados a prefeitura via Semdestur. Isso faz parte da burocracia. Pra todos os efeitos, quem está contratando a Naiara é a prefeitura de Porto Velho. Se é assim, pode ficar com o “troco”.
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A burocracia é complicada. Isso causa muitas dúvidas quanto a seriedade de alguns projetos.
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Por falar em transferência. O concurso de samba de enredo da Escola Acadêmicos da Zona Leste foi transferido do dia 10 para o dia 23 deste mês. Isto quer dizer, que ainda dar tempo dos compositores indecisos concorrerem a premiação. O tema é sobre a “Mentira”. “Quem quiser que conte outra”.
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Ainda bem que a turma que está batendo na prefeitura, pelo cachê da Naiara Azevedo, não esta sabendo, que ontem dia 06, a Funcultural de Porto Velho, pagou cachê, relativo ao show do Dia do Samba. Não publico o valor, pra não colocar mais lenha na “Caldeira”!